terça-feira, 31 de janeiro de 2012

36 anos sem Louis Vutton

Há imensos blogs de mulheres que decidem acabar com a compra desenfreada para passarem a viver do seu guarda-roupa.
 The shopping diet, 6 meses sem compras e um ano sem zara, são alguns dos exemplos.

Pois bem,  junto-me ao movimento internacional e prometo algo ainda mais intrépido e desafiador...

Vivo há 36 anos sem Louis Vutton!

ah que libertador!

sábado, 28 de janeiro de 2012

Aspartamo musical

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Tomei café e um brigadeiro. Mas com o trabalho e o prazo e o stress só queria comer 20 brigadeiros.
A armada toda feita em bolas de chocolate na minha boca!
Como não pode ser, ouço esta música.

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

A cover a day puts the doctor away-ou um intervalo no trabalho para respirar


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Há quem se zangue muito quando se fazem covers dos radiohead, porque os originais são praticamente a perfeição imutável. Eu consigo perceber isso, porque as músicas dos radiohead nunca se esgotam e sempre que as ouço sinto o mesmo arrepio. Independentemente disso, já fui mais intransigente quanto às minhas irredutíveis certezas sobre o bom e o mau.
Está certo que Thom Yorke é irrepetível e é fantasticamente bom, de tal forma que se eu fosse cantora nunca me daria ao trabalho de fazer uma cover dele. Mas há quem se arrisque. Regina Spektor nesta cover não se saiu nada mal. Barrou o "no surprises" com uma quantidade qb de mel e deu-lhe um toque muito diferente. Claro que lhe falta aquela coisa que nos faz prender a respiração quando o original toca. Claro que falta aquela sensação de mix de exaltação/angústia/beleza lancinante que nos deixa a impressão de estarmos ao mesmo tempo a ver a mais bela paisagem e a sentir a mais triste perda. Claro que lhe falta aquela coisa que nos faz ouvir o original compulsivamente em modo repeat dias a fio.

Mas às vezes é bom respirar e deixar os sentidos apenas num alegre lume brando. No surprises nesta cover, mas às vezes sabe mesmo bem o lado conciliador de uma voz bonita que sirva apenas de banda sonora aos nossos afazeres/prazeres

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Playing on my head's radio #8

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Não vou procurar quem espero
Se o que eu quero é navegar
Pelo tamanho das ondas
Conto não voltar

Parto rumo à primavera
Que em meu fundo se escondeu
Esqueço tudo do que eu sou capaz
Hoje o mar sou eu

Esperam-me ondas que persistem
Nunca param de bater
Esperam-me homens que desistem
Antes de morrer

Por querer mais do que a vida
Sou a sombra do que eu sou
E ao fim não toquei em nada
Do que em mim tocou

Eu vi
Mas não agarrei

Parto rumo à maravilha
Rumo à dor que houver pra vir
Se eu encontrar uma ilha
Paro pra sentir
E dar sentido à viagem
Pra sentir que eu sou capaz
Se o meu peito diz coragem
Volto a partir em paz

Eu vi
Mas não agarrei