quinta-feira, 20 de março de 2014
quarta-feira, 19 de março de 2014
INFJ - o protector
Fiz um teste daqueles que nos gosta de classificar como quem classifica espécies de bactérias.
É o famoso teste de classificação baseado nos arquétipos de Jung.
O resultado foi INFJ. Segundo o resultado, só 1% da população pertence a este tipo, sendo o mais raro.
Enfim, acho estranho, mas a ser verdade explica muita coisa.
Diria que muito do que é dito, senão tudo, tem a ver comigo. Mas talvez porque se faça uma descrição à la signos onde cabem várias pessoas. Uma coisa é certa, a vida não é fácil para um INFJ.
É o famoso teste de classificação baseado nos arquétipos de Jung.
O resultado foi INFJ. Segundo o resultado, só 1% da população pertence a este tipo, sendo o mais raro.
Enfim, acho estranho, mas a ser verdade explica muita coisa.

Diria que muito do que é dito, senão tudo, tem a ver comigo. Mas talvez porque se faça uma descrição à la signos onde cabem várias pessoas. Uma coisa é certa, a vida não é fácil para um INFJ.
sexta-feira, 14 de março de 2014
sexta-feira, 7 de março de 2014
quinta-feira, 6 de março de 2014
quarta-feira, 5 de março de 2014
terça-feira, 4 de março de 2014
Como se desapaixonar
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A psicologia cognitiva narrativa foi para mim uma descoberta e é uma sobrevivência. Entrei nela aos poucos primeiro pela mão do Manuel Rosas que muito me ajudou guiando a minha narrativa. E depois por sua sugestão comecei a ler sobre o assunto num livro de Oscar Gonçalves.
Descobri então que alterando o meu discurso poderia alterar a minha disposição. Verbalizando coisas que iam contra a minha voz interior auto-destrutiva, conseguia alterar essa voz. Fazê-la dizer outras coisas, nas quais inicialmente não acreditava, mas que passava a acreditar perante tanta repetição e insistência. Como se à custa de tanta repetição o repetido se tornasse o repetidor.
Desde então dificilmente digo frases como "não consigo" ou "não sou capaz" e se me surpreendo a fazê-lo, volto ã reprogramação cerrada.
Quando se está apaixonado, o alheamento do contexto diário acontece com regularidade. A pessoa constrói narrativas que são realidades alternativas onde parece ser mais prazeiroso viver.
Esta aventura do cérebro é uma «loucura» induzida pela química cerebral guiada pelo sistema límbico e capaz de transtornar a pessoa apaixonada. Quando ocorre a separação do ente amado, essa
pessoa procura, por vezes, recompensar-se em viver o dia-a-dia de forma fantasiosa, assumindo por vezes narrativas substitutas da presença da pessoa.
Acredito ser possível desapaixonarmos-nos narrativamente. Com disciplina e um discurso alinhado com a realidade é possível treinar o cérebro para desistir de alguém.
Um pouco instintivamente todos sabemos o que fazer. Algumas pessoas resolvem focar-se nos defeitos da pessoa. Lembrar os aspectos desagradáveis e repeti-los muitas vezes. Por cada saudade ou recaída toca a pensar nos dentes amarelos, ou na ruga no canto do olho, ou na palavra amarga
colocada na frase de que não se gostou. É por isso que muita gente fala mal de quem amou.... É por isso que à Elis neste maravilhoso "atrás da porta" dá para maldizer o lar, sujar o nome, humilhar. Adorando pelo avesso.
Quem é você?
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Imagino a cena.
Namorados sob a protecção da máscara erram os seus amores
Ela não sabe dançar, ele nasceu para sambar
Ela é tão menina, o tempo dele passou
Ela é Columbina, ele é o Pierrot
Ela tem um pandeiro, ele toca o violão
Ele nada em dinheiro ela não tem um tostão
É noite dos mascarados
Não importa mais quem é você
O que você pedir eu lhe dou
Seja você quem for, seja o que Deus quiser
domingo, 2 de março de 2014
sábado, 1 de março de 2014
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