Tenho frequentemente esta sensação de estar a viver num limbo.
É esse ponto da vida onde se veio de algum lugar e ainda não se chegou ao seguinte.
Um ponto meio suspenso. Um cume de uma montanha até onde se subiu e se sabe que agora é apenas provável a descida.
Esse ponto implica que aparentemente esteja a mudar. Aparentemente apenas. Não estou a mudar, apenas me transmuto. Na subida fui percebendo melhor quem sou e fui descobrindo melhor o que não quero. E quando afastamos o que não queremos limpamos uma espécie de trilho que sempre ali esteve, sem que déssemos por ele.
É por ele que sigo cada vez mais segura de que finalmente encontrei o meu caminho
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