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Estou claramente a escrever para o vazio.
Ninguém me ouve, ninguém lê, ninguém.
Mesmo assim deixo a notícia a mim mesma: Terminei!
Para que um dia que esteja à beira de uma montanha imensa, saiba que já as escalei grandes. E saí do lado de lá da inclinação, intacta para voltar a descer.
Muitas noites sem dormir e agora aquela vaga sensação de dever cumprido, e depois do sono e da ginástica começa tudo de novo. Nova tarefa. Novo prazo. Novas noites e dias à volta do mesmo.
E a felicidade de ter o tempo por minha conta e de não aturar ninguém a não ser a mim mesma.
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