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Não conhecia Villa-Lobos até ir para São Paulo e no meio da conversa um tanto afectada de Hernan o perfumado, surgir a sua referência. Villa-Lobos, não obstante pousar na música erudita clássica, introduz exotismo na música. Como se misturasse Bach com o índio e a amazónia e ignorasse a imiscibilidade dessas misturas. Com ele aprendi parte de uma grande lição que venho a confirmar consecutivamente: a qualidade depende de conseguir misturar o que queremos fazer com aquilo que somos. São bem sucedidos todos os cineastas, músicos, escritores que põem no que fazem a honestidade das suas origens independentemente do estilo que procuram ou do tema que propõem.
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2 comentários:
Marlene, gosto imenso de Villa-Lobos, um compositor clássico e ao mesmo tempo no embalo brasileiro quea ambos nos encanta. gosto muito das bachianas, em especial a nº5, republiquei a música no blogue e juntei um poema revisto ao som dessa mesma melodia, acompanhada de um outro instrumento que se junta aos violoncelos e em alguns casos as cordas da viola. Esta mesma música, as bachianas, nº5, tem uma versão cantada pela Joan Baez,tal a impressão avassaladora da música de Villa-Lobos. obrigado por me lembrar a música que re-ouvi enquanto revia o poema
Bjo
José
desculpe, não completei, leia-se que o outro instrumento, a que me refiro no anterior comentário, é a voz feminina que acompanha a melodia numa simbiose perfeita e que foi reinterpretada por numerosas cantoras, mas concerteza já conhece. Aproveito também para reforçar que também gosto imenso desta "Melodia Sentimental" que publicou
Bjo
José
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